Passei boa parte destes 40 dias de sumiço viajando. Imagens transcendentais, sensações supernaturais. Acordar todo dia num lugar diferente. Rodar 3.500 quilômetros num carro verde-claro. Encarar sol e chuva, neve e deserto. Ficar de olhos arregalados diante de paisagens muito looooooooucas… E, de repente, estar de volta ao mundo real. O certo é o seguinte: viajar é uma arte e, como tal, virou até livro de filosofia barata. Assim, enquanto não chega minha próxima incursão artística, minhas baratas estão de volta.
Viagens (II)
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Trovão disse,
Maio 9, 2008 @ 8:41 am
Essa história de arte de viajar merece uma ressalva: viajar pode ser arte quando a viagem é de férias. Minhas últimas viagens foram a trabalho – e me renderam paisagens de aeroportos lotados (e aeroportos vazios, de madrugada, depois de perder a conexão), correrias, nós burocráticos, poucas horas de sono e alguma vontade de voltar para casa…