Segunda-feira, 12 de maio de 2008. Depois de breve confabulação, um grupo de colegas de trabalho resolver ir, de carro, almoçar no TST. O veículo é estacionado na rua, a uma linha reta da entrada do prédio, o que não impede um dos comensais de lamentar: “Agora é uma caminhada até lá.” Outro membro da comitiva mostra-se intrigado: entre o ponto em que estão e a entrada, vê-se apenas um estacionamento (de uso restrito) e uma grade verde, certamente interrompida por um portão para o acesso de pedestres. A distância não parece tão… Hein? Pedestres? No sentido de “que ou aquele que anda ou se encontra a pé”? Ah, então, a única opção é contornar toda a grade do estacionamento e entrar com os carros. É assim que a banda toca em Brasília.
Anda quem pode, dirige quem tem juízo.
André disse,
Maio 16, 2008 @ 11:10 am
Essa forma, digamos, tortuosa de andar em Brasília explica algumas coisas sobre o andamento de processos, ordens e projetos na cidade.
Daudet disse,
Junho 19, 2008 @ 4:45 am
Somehow i missed the point. Probably lost in translation
Anyway … nice blog to visit.
cheers, Daudet.
Ana Silvia disse,
Julho 16, 2008 @ 1:57 am
Lúcio Costa queria livre trânsito aos pedestres.
Mas ele morreu e não viu o que fizeram com
seu projeto urbanístico…
Raquel disse,
Outubro 9, 2008 @ 10:34 am
Muito bom! A turma costuma dizer que em Brasília precisamos de carro até para visitar nosso vizinho. Essa escala monumental é braba!
Josi Paz disse,
Março 14, 2009 @ 1:51 pm
oi. postei este comentário no meu blog. : )
Andança « Dores Capitais disse,
Maio 20, 2009 @ 2:04 am
[...] prova interessante da olimpíada do pedestre é atravessar o Eixo Monumental. Em vários trechos, essa via desimportante, que não faz mais que [...]