Um milhão, setenta e dois mil, quatrocentos e cinqüenta e sete. Essa numeralha corresponde aos veículos com registro no Distrito Federal em março de 2009. Um quantitativo bastante expressivo. Ou, simplesmente, carro (e moto) pra caralho! O resultado são engarrafamentos freqüentes e disputa por vagas de estacionamento em diversas áreas da cidade. Para as autoridades, contudo, isso não é problema. Em Brasília, afinal, existe uma “cultura do carro”. Ame-a ou deixe-a.
É a cultura, portanto, que torna natimortas pretensões como a melhoria do sistema de transporte público e a implementação de um esquema de rodízio. Outras sugestões, como a carona (carpool, em inglês, ou partilha de viagens, em português de Portugal) e a construção de ciclovias, são vistas com incredulidade.
O raciocínio deve estar certo. Eu mesmo não acredito.
Passeata de incompetência « Dores Capitais disse,
Maio 28, 2009 @ 10:44 pm
[...] autoridades explicaram, como de hábito, que há carros demais, que os manifestantes não cooperam (!), que o sistema viário está estrangulado. O Batalhão de [...]
Outras paixões « Dores Capitais disse,
Junho 28, 2009 @ 7:08 pm
[...] 28, 2009 · Arquivado em Uncategorized Como já se sabe desde o Ipiranga, o brasileiro é apaixonado por carro, e o brasiliense, aparentemente, mais do que os outros. Porém, contudo, entretanto, todavia, nem [...]
Pedala, candango! « Dores Capitais disse,
Setembro 15, 2009 @ 1:33 am
[...] veículos automotores, que, até julho, somavam um milhão, cento e três mil, quinhentos e quinze registros no Distrito Federal. As bicicletas, por outro lado, contam-se nos dedos, às vezes de uma mão – com cacófato e [...]