No peito dos desafinados

Tremei, Francisco ManuelA regra é clara, Galvão: o desrespeito ao Hino Nacional é considerado “contravenção, sujeito o infrator à pena de multa de uma a quatro vezes o maior valor de referência vigente no País, elevada ao dobro nos casos de reincidência”. O indivíduo que bradava diante do Congresso, do alto de um carro de som, na última quarta-feira, não parecia se importar muito com a Lei 5.700, de 1º de setembro de 1971. A cada “salve, salve”, um arrepio subia pela espinha das desafortunadas testemunhas do protesto, mais um dos que acontecem quase diariamente no local. Manifestar-se, tudo bem; transformar o hino em instrumento de tortura medieval, porém, beira o licencioso. Está na hora de a justiça deitar a clava forte nessa gente.

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