É o cumulus!

Finalmente, hein, São Pedro!A chuva que caiu na noite de sexta deve assinalar uma mudança radical no comportamento de brasilienses nativos e, principalmente, adotivos. Reclamar de seca, agora, só em 2008. Até lá, é pau e pedra nos aguaceiros de fim de tarde, obstáculos à volta tranqüila para casa e às caminhadas antes do jantar. Convenhamos: quem precisa de roupa molhada e acidente de trânsito? Pois cantemos juntos:

Chove chuva
Chove sem parar
Chove chuva
Chove sem parar

Pois eu vou fazer uma prece
Pra Deus nosso senhor,
Pra chuva parar
De molhar o meu divino amor

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2 Respostas so far »

  1. 1

    […] Adoro a ausência de praias e montanhas, a terra que cobre tudo e, antes tarde do que nunca, os dilúvios de fim de tarde. Adoro a fantasiosa prosperidade geral. Adoro até o Congresso Nacional. Adoro Brasília vinte e […]

  2. 2

    […] setembro 2, 2010 · Arquivado em Uncategorized Para quem não acredita na gravidade da seca na capital, valem as palavras imortais do presidente do Senado, José Sarney: “Realmente estou pagando o preço que pago a Brasília todo ano, no mês de agosto.” Mas às vezes vem um alento: gotículas de água no shopping, balas refrescantes para a garganta, palavras cantadas no tom certo… E, nesse ritmo baiano-bucólico, segue a vida, até que chegue a chuva abundante e as pessoas comecem a cuspir marimbondos de fogo contra os desígnios de São Pedro. […]


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