Custo de vida cá e acolá

Relativismo financeiroOs brasilienses estão inconsoláveis. De acordo com o IBGE, a inflação média em 2010, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi menor na capital (5,71%) do que no Brasil como um todo (5,91%). Isso significa que, até uma mudança de cenário, os donos do maior PIB do país não poderão reclamar do descontrolado custo de vida local. Também terão dificuldade para explicar por que os aumentos salariais do serviço público federal e distrital devem ser, em nome da dignidade da pessoa humana, maior do que os de qualquer outro grupo profissional do país.

Em 2010, a principal fonte de reclamação do brasiliense, o custo da habitação, teve alta de 6,53%, subindo menos que no Brasil (5%) e pouco mais que a inflação média local (5,71%). Outro alvo dos queixumes, o transporte, ficou quase congelado (0,04%), enquanto no resto do país avançou 2,41%. Dramático mesmo foi o aumento das jóias e bijuterias: 17% em Brasília e 13,94% no Brasil. É aquela história: vão-se os anéis…

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